Indiferente indiferença. Sabe quando somos literalmente vencidos pelo cansaço? Fui vencido. Sinto que já foi o tempo. Já foi a época. Hoje é só sublimação.
Me tornei um matemático por obrigação. Um matemático da indiferença. Mais um dia, menos um dia, que diferença faz? Quando se está morto em vida - que é muito mais certo do que vivo em morte - um dia a mais ou a menos tanto faz
Meu maior medo sempre foi ser indiferente com a minha existência e não é que foi exatamente isso que aconteceu? Indiferente!
Minha sina é não importar para quem eu queria importar. Meu erro deve ser esse: querer importar para quem não se importa.
E quando só resta o cansaço: amarro meu cavalo na baia da indiferença e vivo da sublimação.

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